Eu amo a profissão que escolhi, mas mesmo assim me pergunto que profissão é essa?
Será que se faz jornalismo ou se vende?
A arte de informar, comunicar, formar opinião, uma arte muito bem definida pelo romancista colombiano Gabriel Garcia Márquez: “Ninguém que não tenha sofrido a paixão insaciável do jornalismo pode conceber, sequer, o que é essa palpitação sobrenatural da noticia, o orgasmo das primícias, a demolição moral do fracasso”.
Hoje em dia correr atrás de noticia é correr atrás dos interesses, principalmente políticos, dos donos das empresas, e isso não é exclusivo do estado muito menos do Brasil. É algo que vai muito alem de todo e qualquer bastidor da noticia.
Muito sabiamente, Ricardo Noblat falou em seu livro: “Só existem 2 tipos de jornalistas: o venal e o honesto. O venal fica rico. O honesto vive sendo demitido e morre pobre.”
Um erro comum à maioria das fontes e generalizando entre os jornalistas é confundir o que deve acontecer com o que deseja que aconteça. A neutralidade do jornalista diante de um fato é uma utopia a ser perseguida sem descanso.
Para se contar uma historia com objetividade deve-se partir de um ponto de vista. Mas da onde se tira esse ponto de vista? De quem os escreve com certeza não.
O dia que deixarem os jornalistas exercerem sua profissão, com a liberdade de expressão começando dentro dos seus próprios empregos, teremos um país informado de fato e uma população mais esclarecida e apta a escolher de verdade o futuro que ela mesma viverá.
A informação manipulada é o mais poderoso meio de controle das consciências jamais inventadas pelo homem.
“Se não serve para esclarecer, alertar, forjar consciências e contribuir para a construção de um mundo menos injusto e desigual, para que serve mesmo o jornalismo?” (Noblat)
Será que se faz jornalismo ou se vende?
A arte de informar, comunicar, formar opinião, uma arte muito bem definida pelo romancista colombiano Gabriel Garcia Márquez: “Ninguém que não tenha sofrido a paixão insaciável do jornalismo pode conceber, sequer, o que é essa palpitação sobrenatural da noticia, o orgasmo das primícias, a demolição moral do fracasso”.
Hoje em dia correr atrás de noticia é correr atrás dos interesses, principalmente políticos, dos donos das empresas, e isso não é exclusivo do estado muito menos do Brasil. É algo que vai muito alem de todo e qualquer bastidor da noticia.
Muito sabiamente, Ricardo Noblat falou em seu livro: “Só existem 2 tipos de jornalistas: o venal e o honesto. O venal fica rico. O honesto vive sendo demitido e morre pobre.”
Um erro comum à maioria das fontes e generalizando entre os jornalistas é confundir o que deve acontecer com o que deseja que aconteça. A neutralidade do jornalista diante de um fato é uma utopia a ser perseguida sem descanso.
Para se contar uma historia com objetividade deve-se partir de um ponto de vista. Mas da onde se tira esse ponto de vista? De quem os escreve com certeza não.
O dia que deixarem os jornalistas exercerem sua profissão, com a liberdade de expressão começando dentro dos seus próprios empregos, teremos um país informado de fato e uma população mais esclarecida e apta a escolher de verdade o futuro que ela mesma viverá.
A informação manipulada é o mais poderoso meio de controle das consciências jamais inventadas pelo homem.
“Se não serve para esclarecer, alertar, forjar consciências e contribuir para a construção de um mundo menos injusto e desigual, para que serve mesmo o jornalismo?” (Noblat)